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DIFERENÇA ENTRE CAFÉ ESPECIAL E CONVENCIONAL

O café especial possui diferenças importantes em relação ao café convencional, especialmente no que diz respeito à qualidade do grão, método de cultivo e torra. 

 

Com menor presença de impurezas e micotoxinas o café especial passa por uma seleção rigorosa de grãos, evitando grãos defeituosos ou contaminados. Cafés convencionais frequentemente contêm impurezas, grãos verdes ou fermentados e até micotoxinas (toxinas produzidas por fungos, como a ocratoxina A), que podem ter efeitos prejudiciais à saúde.


O café especial é torrado de maneira mais leve ou média, preservando compostos bioativos e antioxidantes. O café tradicional costuma ser torrado excessivamente para mascarar defeitos do grão, gerando compostos tóxicos como a acrilamida, em maior quantidade.

Como os grãos especiais são de melhor qualidade eles preservam melhor os antioxidantes naturais, tem menor acidez desagradável e menos amargor, devido ao cuidado no seu cultivo e processamento.

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BENEFÍCIOS PARA SAÚDE

O café especial ajuda a combater uma série de doenças. 

Seu consumo regular ajudar a reduzir o risco de desenvolvimento e retardar a progressão da doenca de Alzheimer, graças à ação da cafeína e dos antioxidantes que protegem os neurônios. 

 

Outro benefício da cafeína é que ela ajuda a prevenir o surgimento da doença de Parkinson e a aliviar sintomas motores nos estágios iniciais.

Além disso, melhora o humor e ajuda a reduzir sintomas depressivos, estimulando neurotransmissores como dopamina e serotonina. 

 

O café especial contém compostos como ácido clorogênico que melhoram a sensibilidade à insulina e ajudam a regular a glicose no sangue, reduzindo o risco de diabetes tipo 2.

 

O consumo moderado está associado também à proteção dos vasos sanguíneos, redução da inflamação e da oxidação do colesterol LDL, ajudando a prevenir infartos e AVCs.

Fontes:

  1. https://doi.org/10.3233/JAD-2009-0920

  2. https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fnagi.2021.744872/full

  3. https://www.mdpi.com/2308-3417/9/1/3

  4. https://www.mdpi.com/1422-0067/21/13/4766

  5. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC10601107/

  6. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26339067/

  7. https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fnut.2023.1129926/full

  8. https://www.bmj.com/content/359/bmj.j5024

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